23/02/2014

O inaugurar de algo já velho

Não encaro isto como uma inauguração, mas sim como uma restauração. Esta sou eu, Crezia, a restaurar-me. Esta sou eu a libertar-me das amarras que me prendiam os pulsos. Agora sou livre, porque escrevo. Corre-me tinta nas veias. Escrevo porque é uma imposição que a vida me colocou, mas agora percebi que há mais de paixão nas minhas palavras do que obrigação. A vida conheceu-me antes de eu me conhecer e soube desde logo que eu só seria capaz de possuir um pedaço de felicidade se me expressasse assim: escrevendo. Porque não são todos que têm tinta a correr nas veias e sobrevivem.  Eu sobrevivi. Diria mais: eu vivi. E vivo. A vida só flui se as palavras o fizerem também.

6 comentários:

  1. R: Oh, muito obrigada :)
    Adorei o texto e identifico-me tanto! A vida sem as palavras, sem a escrita não é tão bela.

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  2. muito obrigada! eu também gostei do teu blogue, da tua forma magnífica de escrever e vou ficar por cá mesmo *

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  3. Não consigo seguir-te :s
    Resp: Obrigada!

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  4. Concordo o que escreves-te, e gostei sem dúvida :)
    r: Oh, muito obrigada. Fico contente por saber isso*

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  5. Obrigado, foi bom ler o teu comentário!! Mas ando sem apetite de escrever...

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